Criança boazinha, criança malcriada
Filho da nobreza, filho da empregada
Tempo de alegria: Natal do Santa Karl
Mas tem burocracia, presente é tudo igual.
Pelo bem do povo proletário
Que tanto trabalha mas sai como otário
Santa Karl, comuna confesso,
Sai pela noite esbravejando seu manifesto
A criançada fica bem assustada
Pais chamam a polícia emburrada
Que vê o maluco sentado no trenó
E dão tanta porrada que até dá dó
Mas o Santa Karl não se dá por vencido
Uma noite na cadeia, enrabado e dolorido
Há de ser nada após a vitória do povo
Pensando assim, ele sempre retorna de novo.
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